
Na dificuldade de traduzir o título literalmente, vou adaptar para "O jacaré e o dentista".
Enquanto brinca na mata, o jacaré sente dor de dente e diz:
— Queria era brincar, mas tenho que ir...
E o dentista, que também está brincando, vê a silhueta do paciente na sua porta e diz:
— Queria era brincar, mas tenho que ir...
O livro todo é construído por repetições, dois personagens que falam exatamente as mesmas frases, tais como::
— Ai, que medo...
— E agora?
— Preciso de coragem!


—Aaaai!
—Puxa, doeu!
— Só mais um pouquinho...
E quando o tratamento termina, ambos respiram aliviados:
— Ufa!
Agradecem e se despedem cordialmente:
— Desculpe o mau jeito. E até uma próxima vez.
Mas, quando cada um vai para um lado, ambos dizem:
— Não, não. Não quero vê-lo, nunca mais.



2 comentários:
Adorei! Saudades suas. bjs
Oi Verônica,
tudo bem? Você é que anda sumida, mas adorei que tenha visitado meu blog.
beijos
Lúcia
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