segunda-feira, dezembro 08, 2008

Sensações e fragilidade

Quando frequentei os Laboratórios Literários do Museu Lasar Segall, entrei muito em contato com as memórias da infância. E, não parei.
Outro dia, fui mostrar um dos projetos para um grande ilustrador/autor que admiro muito. E ele fez um comentário — que a fragilidade do rafe estava se integrando muito bem à história que fala das sensações mais simples, das primeiras brincadeiras de infância. Apesar de já estar planejando usar a expontaneidade do rascunho, a definição dele foi de uma clareza que me impressionou.

2 comentários:

Luyse disse...

Lúcia, obrigada pela visita. Bom, um elogio vindo de você é ótimo! O bom do seu blog é que posso entender alguns processos por quais as suas ilustrações passam, desde os rascunhos iniciais até a arte final.

Lúcia Hiratsuka disse...

Luyse,
em janeiro vou tentar postar mais sobre processo de criação...
bjs